Olho por olho? O que pensam os cariocas sobre “bandido bom é bandido morto”

Algumas pesquisas de âmbito nacional têm investigado o grau de concordância da população com clichês do tipo “bandido bom é bandido morto” e “direitos humanos só para humanos direitos”. O levantamento do CESeC, numa amostra de 2.353 moradores da cidade do Rio de Janeiro com 16 anos ou mais de idade, procurou captar, adicionalmente, perfis, ideias, percepções e valores relacionados à ideologia do justiçamento e da rejeição aos direitos humanos na área da justiça criminal. Combinando pesquisa amostral e entrevistas abertas com especialistas, o trabalho busca aprofundar o conhecimento do tema e subsidiar ações e campanhas que abram possibilidades de sensibilização e mudança.

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