De mãos atadas: relatos de tortura na intervenção do Rio

Segundo o relato dos presos, a tortura se dava numa sala vermelha no quartel Foto: Arte sobre reprodução

Depoimentos sobre agressões e ameaças em quartel do Exército mostram a gravidade da crise de segurança pública no Rio, há oito meses sob intervenção

No dia 20 de agosto, as Forças Armadas realizaram a maior operação no Rio desde o início da Intervenção Federal na Segurança Pública no Estado. Foram presas 86 pessoas nos complexos da Penha, do Alemão e Maré; três suspeitos foram mortos em confrontos; e apreendidos 15 fuzis, 27 pistolas e 11 granadas de mão.

A operação se tornou também a ação que registrou o maior número de militares mortos na história das Forças Armadas do Brasil desde a Segunda Guerra Mundial. Dois soldados e um cabo morreram baleados.

Além dos números, relatos de tortura e abusos ocorridos com os presos e testemunhas da operação, na edição de ÉPOCA desta semana, mostram a gravidade da crise de segurança pública no Rio, há oito meses sob intervenção.

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